Página Oficial do Karate Shorinji, do Brasil.
Amami Ōshima (奄美大島? okinawano: (ウーシマ Uushima?); Amami: (ウシマ Ushima?)) é uma das Ilhas Satsunan e a maior ilha do arquipélago Amami, entre Kyushu e Okinawa,[1] sendo administrada pela prefeitura de Kagoshima. A ilha, com 712,35 km² de área, tem uma população de aproximadamente 73 mil pessoas. Administrativamente ela é dividida na cidade de Amami, Tatsugō, Setouchi, e nas vilas de Uken e Yamato na prefeitura de Kagoshima. A maior parte das ilhas está nas bordas do Parque Quase-Nacional de Amami Guntō. Ver mais em pt.wikipedia.org O
KARATE-DO SHORINJI-RYU, oriundo da Escola de Toshio Masu
(MASUKAN), que veio para o Brasil em 1960, trazido por Minoru
Masu, filho de Toshio Masu, foi instituído em 1988, e é
representado pela Organização Brasileira de
Karate-Do Shorinji-Ryu – OBKS, com sede em São Luís,
Maranhão, Brasil e usa o nome simplificado de KARATE
SHORINJI.
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Conselho
Deliberativo de Fundadores da OBKS
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
DIRETORIA EXECUTIVA
NACIONAL Prior:
Grão-Mestre/Shihan ROBSON CORAL; Presidente: Mestre Robson
Correia de Almeida; Vice Presidente: Mestre Wellington Luiz
Correia de Almeida; Conselheiro: Mestre Kiyoshi Yamada;
Diretor-administrativo: Robson Correia de Almeida;
Diretor-financeiro: Wellington Luiz Correia de Almeida; Assessor
para Assuntos Internacionais: Kiyoshi Yamada
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
ESCOLA
SUPERIOR DE KARATE SHORINJI DESCRIÇÃO A Escola Superior de Karate Shorinji foi criada no ato da fundação da OBKS, para promover a formação, a capacitação e a atualização técnica permanente de professores e de outros instrutores da Arte do Karate e da Filosofia Oriental |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Mestre Robson Coral* Vamos iniciar com um trecho traduzido (tradução livre, deste autor) do livro KARATE-DO KYOHAN, de GICHIN FUNAKOSHI: _ “Existe, enfim, a distinção de várias escolas e estilos de KARATE. Como no KENDO e no JUDO do passado, estas várias escolas e estilos são conhecidos pelos nomes de seus respectivos DOJO. Em todo o BUDO, e não apenas no karate, interpretações da arte por aqueles que treinam diferem de acordo com as interpretações de seus instrutores. Além do que não é preciso dizer que variações de expressão das artes são características de cada indivíduo”. FUNAKOSHI, como já vimos anteriormente, foi o fundador do moderno karate conhecido no mundo. É ele que nos diz no livro citado acima que cada instrutor interpreta seu karate de sua própria maneira, com sua própria característica de treinamento. Pois bem. Estilo vem do latim “stilus” que significa “maneira particular de fazer alguma coisa”. Daí, podemos arguir, que estilo é aquilo que nós mesmos fazemos e que nos é peculiar, e se alguém segue nossa maneira de fazer alguma coisa, segue o nosso estilo. O Mestre Funakoshi mostrou que era possível fazer de algo muito antigo, como o karate de Okinawa, alguma coisa “nova”, bastando para isso usar a inteligência e a vontade de evoluir, de fazer o progresso do homem e de desenvolver as suas potencialidades. Funakoshi criou um estilo de karate. Quando muitas pessoas seguem um mesmo estilo, diz-se que esse estilo fez “escola”. Ou seja, quando se estuda sistematicamente e de forma coletiva forma-se uma escola. Portanto, Funakoshi fundou uma ESCOLA DE KARATE. Qualquer pessoa que tendo capacidade e sendo competente pode fazer o mesmo. Como karate é um termo já consagrado universalmente só se pode discutir suas escolas e estilos, porque sendo já uma ARTE, o Karate está acima de suas escolas, de seus estilos e de seus praticantes. É, portanto, certo que se houver competência serão sempre criados novos estilos e novas escolas de Karate, até porque não o fazendo estaremos demonstrando quão incapacitados somos de desenvolver o trabalho de nosso professor. _ Quão envergonhados estarão os grandes mestres do Karate ao verem lá de sua última morada que seus discípulos não tiveram competência suficiente para continuar a renovação de sua arte. _ O que seria da pintura se os artistas do pincel continuassem a fazer suas tintas com sangue de animais e cinzas e a usar as paredes das cavernas como tela? E se continuassem a pintar como os velhos mestres, sem nada acrescentar de novo a sua arte? Teríamos hoje o trabalho de MIGUELANGELO, de DA VINCI, de DALI ou de PICASSO?- Com certeza, não! _ Assim também deve ser no karate: fundar novas escolas, desenvolver novos métodos, novos sistemas, conceber novas doutrinas. Por quê não? Vimos no texto anterior que o Mestre Funakoshi criou o seu karate a partir do kempo, e que após ele muitos outros criaram escolas de lutas semelhantes e nem por isso foram menos competentes. Alguns argumentarão que já existem artes marciais suficientes para que o mundo se satisfaça. E nós concordamos, em tese. Entretanto , perguntamos: por que não novas concepções de ensino? Por que deve o homem ser medíocre a tal ponto que não reconheça que alguns homens querem manipular a criatividade dos outros por medo de encontrar alguém melhor que eles? Se um mestre ou professor diz a um aluno ou discípulo seu que está errado ensinar diferente de seu próprio mestre, não merece ser chamado de professor nem tampouco de mestre. Este sim, é o verdadeiro incompetente, porque não sendo capaz de desenvolver-se para elevar mais alto ainda sua arte, tenta bloquear o vôo daqueles que aprenderam a ver mais longe. _ Tentarão outros chamar a atenção para a tradição do ensino do karate. E nós perguntamos: _ Onde foi escrito que tradição significa deixar imutável, não evoluir? Vou relatar uma estória que li muitos anos atrás: “Vocês conhecem a história do Currículo dos Tigres-de-Dentes-de-Sabre?” Uma tribo paleolítica, reconhecendo que a sua sobrevivência dependeria da capacidade de impedir o ataque dos tigres-de-dentes-de-sabre e da pesca manual nas lagoas límpidas, inventou a educação. Às crianças da tribo, em lugar de passar o tempo em folguedos, era ensinada a arte de afugentar os tigres com tochas acesas e como agarrar peixes com as mãos nos lagos. A invenção teve um enorme êxito. As crianças adoravam a atividade e a tribo floresceu. Então, o clima mudou. Uma grande geleira desceu sobre o vale onde a tribo vivia. Os tigres-de-dentes-de-sabre desapareceram. Vieram os ursos que não temiam o fogo e que não podiam ser afugentados desse modo. E as lagoas se tornaram tão lodosas que os peixes não podiam mais ser vistos e apanhados com as mãos. Não demorou muito para que os membros da tribo de mais iniciativa e mais recursos se adaptassem a essas novas circunstâncias. Descobriram que podiam caçar os ursos cavando fossas nas trilhas da floresta e que também podiam pescar nas águas barrentas usando redes. Uma vez mais, eram senhores do seu ambiente contemporâneo. Mas as escolas ainda continuavam a ensinar as artes de afugentar tigres e apanhar peixes com as mãos. O chefe da educação conseguiu capturar um velho tigre mais além, no vale, e mantê-lo numa jaula para que as crianças pudessem ter material para praticar a velha arte. Então, um radical qualquer sugeriu que essas habilidades inúteis fossem retiradas do currículo e que em seu lugar, as escolas ensinassem a arte de fazer redes de pesca e a cavar fossos para caçar ursos. A sugestão foi recebida com horror pelas autoridades. Ensinar a tecer redes e a cavar fossos: não era educação; seria quando muito, aprendizagem vocacional. “Será um dia negro para as nossas escolas” diziam eles, “quando abandonarmos as matérias fundamentais de nossa cultura, tais como afugentar tigres e apanhar peixes com as mãos. Naturalmente ninguém sonhará em apanhar peixes com as mãos na vida real nesta época e não há mais tigres para serem afugentados; mas essas matérias são ricas de tradições da nossa tribo; elas ensinam os princípios de coragem e gosto. O currículo já está sobrecarregado e nós não podemos introduzir matérias como tecelagem de rede e caçada de ursos, que não possuem valor cultural algum”. E a estória não diz se a tribo sobreviveu... (Essa estória foi transcrita do livro "EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA na escola média" de Edilia Coelho Garcia, 1971, LISA - Editora Didática Irradiante S/A). A todo instante, no Universo, velhos princípios são discutidos, revistos, reformulados e alguns são até mesmo abandonados. Por que só o karate deve ser imutável? Quem pode garantir essa imutabilidade eterna? Tradição é o conhecimento do passado, não a sua continuidade. É certo que ninguém pode dizer hoje em dia que criou uma nova arte marcial só porque juntou uma porção de técnicas, ou que criou um novo estilo de karate só porque não gostou daquele que treinava. Entretanto, se alguém tem o conhecimento adequado e a habilidade necessária para acrescentar ou retirar algo capaz de tornar uma técnica ou um estilo mais eficiente, este sim pode criar um novo estilo de karate, tão bom quanto outro qualquer. E se alguém segue seu trabalho essa pessoa lançou os fundamentos de uma escola de karate. A modificação de uma técnica sem o estudo adequado é sem dúvida perigosa. Entretanto, ensinar uma técnica e dizer ao aluno que esta deve permanecer sempre desse jeito é irresponsabilidade. Um mestre de artes marciais não é aquele que ensina, mas sim, aquele que orienta e, quem orienta, na verdade não determina, mas tão-somente mostra o caminho. O mestre BRUCE LEE dizia que uma técnica deve ser como uma canoa que usamos para atravessar um rio: ao chegar ao outro lado já não tem utilidade. Um MÉTODO é como a "canoa de Bruce Lee": serve apenas para que possamos apreender o conhecimento que alguém (nosso mestre) quer nos transmitir. Depois que aprendemos não precisamos mais dele (método). A partir daí criamos o nosso próprio método, que é o que vamos ensinar aos nossos alunos. Aquilo que é comum ao que nosso mestre ensinou é o que se deve chamar de SISTEMA. Mas, afinal de contas, o que é estilo de karate? Voltemos ao idioma japonês. Há um ideograma que se pronuncia RYU, em japonês. RYU pode ser interpretado como MÉTODO de ensino. Ora, um método não é um estilo. É a maneira de ensinar uma arte, segundo certos princípios e em determinada ordem. Enquanto o ESTILO é a maneira particular de ensinar uma arte, ou seja, é uma doutrina pessoal de um mestre para ensinar a sua arte. Logo, o estilo é a personalização do ensino, enquanto o método é a sua generalização. No Japão, os mestres não criavam seus estilos simplesmente, eles também faziam seus métodos de ensino, para que seus conhecimentos sobrevivessem ao tempo de suas vidas, para que não dependessem de suas presenças. Entretanto, a barreira do idioma fez com que no Brasil se traduzisse a pronúncia sem interpretar o ideograma. E RYU passou a ser chamado de estilo de karate. Em japonês, ESCOLA é pronunciada KAN e, existe a ESCOLA SHOTO DE KARATE, em japonês SHOTOKAN KARATE. Ora, o método usado por essa escola é um RYU, logo chamamos SHOTOKAN-RYU KARATE ao método de ensino da escola Shoto de karate. Esta é a escola fundada por Funakoshi, (usando o nome SHOTOKAI, o Mestre SHIGERU EGAMI, colega de treinos de Funakoshi, fundou um estilo, que dirigiu até 1981) mas não a única escola de karate. RYU pode ser, ainda, interpretado como SISTEMA, que é a reunião de princípios coordenados de modo a formar uma doutrina e que concorrem para o seu ensino. Já ESCOLA de karate, é o conjunto dos adeptos da doutrina de um Mestre, que seguem seu sistema de ensino, mas, que normalmente possuem seu próprio método de ensino. Em resumo: _ ESTILO é a doutrina de um MESTRE de notável saber em uma ARTE , cuja concepção pessoal (da maneira de praticar e ensinar) é considerada original por mais de um artista dessa arte e, que passando a ensiná-la fundam uma ESCOLA. Quando um ou mais desses artistas chega a uma concepção diferente da maneira de praticar a arte, cria sua própria doutrina, que gera um novo ESTILO, que gera novas ESCOLAS, que geram novos SISTEMAS, que geram novos MÉTODOS, que formam novos MESTRES, que desenvolvem seu conhecimento e criam novas doutrinas que... se eternizam num ciclo vital da ARTE, renovando-a e atualizando-a. * Prof. ROBSON CORREIA DE ALMEIDA, Grão-Mestre do Karate Shorinji e Presidente da OBKS, Instrutor-chefe da Escola-Matriz. Criador da Zen Seito-Do (Doutrina do Caminho da Verdade), Mentor e Fundador da OBKS, Unificador das Escolas Okinawa-Kempo e Seitokai, Idealizador e Criador do Shorinji-Ryu Karate-Do. Discípulo do "Mestre Zeca" (Grão-mestre José de Ribamar Alves). Início em São Luís (MA) em 05/05/1978. Extraído do
Guia Completo da OBKS
para orientação de sócios _ 1994 (Edição
própria) |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O KARATE SHORINJI (do Brasil) Mestre Robson Coral* Origem O Okinawa-te (forma primitiva de karate de Okinawa), emigrou para muitas partes do Japão. Uma dessas emigrações levou-o à ilha de de Amami Ōshima, Prefeitura de Kagoshima, aldeia de Tak Shoku Koshu Sho, levado por um jovem chamado TOSHIO MASU que o aprendeu com incontestável maestria na década de 1930, tendo atingido o grau de instrutor faixa preta. Anos mais tarde transferiu ao seu filho MINORU MASU (1939-1994), esse conhecimento com o nome de OKINAWA-KEMPO SHORINJI-KARATE, juntamente com um embasamento profundo de JUDO. Minoru Masu emigrou para o Brasil, no início da década de 60, fixando residência na região de Belém do Pará, norte do país, onde começou a ensinar "karate" e "judo" no dia 5 de agosto de 1960, na ASSOCIAÇÃO SHUDO-KAN "D. LUIZ I". ao seu karate ele deu o nome de Karate Shorinji-Kempo. Primeiro discípulo (de fora do Pará) Em 1968, chegava a Belém, para prestar exames vestibulares para a Universidade, um jovem de nome comum: JOSÉ DE RIBAMAR ALVES (1948-2013), mas que se mostraria incomum numa arte onde poucos conseguem sê-lo. Ribamar, como ficou conhecido em Belém, terminou por encontrar Minoru Masu e dele tornou-se aluno e discípulo. Praticamente morando na academia de Minoru Masu, Ribamar (como ele o chamava) mostrou-se um aluno excepcional, conseguindo aprender em curto espaço de tempo o que muitos levariam muitos anos. Em 1970 foi convidado (através do Comandante Gaudêncio) por um praticante maranhense, na ocasião faixa colorida de Karate Shotokan, para ministrar aulas numa academia que ele havia montado em São Luís, dois anos antes. Esse conterrâneo era o Sr. Murilo Pinheiro, aqui reconhecido como o precursor do karate no Maranhão. No entanto, o primeiro faixa preta de karate do Maranhão foi aquele jovem que nós passamos a conhecer como PROFESSOR ZECA (ou Professor Zequinha), José de Ribamar Alves, que se graduou faixa preta, com louvor em 1972, ano em que passou a dar aulas no Ginásio Costa Rodrigues, em São Luís e que em 1977 (certificado emitido em 1978) recebeu, em Belém, do seu mestre, Minoru Masu, o maior grau que o mesmo já dera a um aluno, o 2º DAN (nidan). Explicação Uma pausa se deve aqui. _ Minoru Masu recebeu de seu pai o conhecimento e o grau de 3º DAN (sandan), o mais alto que ele concedeu. Após a partida de seu filho para o Brasil, TOSHIO MASU não ensinou a mais ninguém, uma vez que o seu karate não existia mais na forma original, em Okinawa. O karate do Sr. Masu não tinha muitos seguidores, por ser um sistema não alinhado com o karate modificado pelos mestres de Okinawa e por ser ensinado principalmente aos membros da sua clã. Isto fez com que praticamente desaparecesse em Kagoshima, não se tendo notícias de seus seguidores nos dias atuais. O parente mais próximo desse karate é o "Shorinji-Ryu Lenshinkan Karate-Do", também de Kagoshima. Portanto, em Minoru Masu é que se concentra a continuidade do OKINAWA-KEMPO SHORINJI-KARATE de Toshio Masu. A primeira expansão O professor José de Ribamar Alves, preocupado com a eficiência do karate nos combates de rua, e tendo sofrido influência de várias modalidades de luta, modificou algumas técnicas e conseqüentemente os "kata" que delas dependiam e alguns novos foram acrescentados, muitas vezes a partir das sequências de técnicas exigidas em exames de alunos de graduação alta. A maneira de lutar não sofreu muitas mudanças, mas o espírito combativo acentuou-se, sem contudo perder a elegância. Há mais de trinta anos, um karate que muito se assemelharia ao full-contact, no seu início. Estas mudanças fizeram com que o karate do Prof. Zeca, tenha se distanciado um pouco do praticado e ensinado pelo Mestre Masu. Mas em 1977, durante um torneio em Belém do Pará, os alunos do Prof. Zeca tiveram um desempenho tão bom que o Mestre Masu reconheceu e aprovou o trabalho do seu discípulo: graduou faixa preta dois deles: Vespasiano da Hora e Nasser Jadão. Já era faixa preta do prof. Zeca o Sr. José Raimundo, o primeiro da Academia Real de Karate. Muitos foram formados até 1980. Por ordem: José Raimundo (falecido em dez/2021), Manoel de Jesus Pavão, Augusto, Nasser Bezerra Jadão, Vespasiano de Abreu da Hora, Pedro Ferreira da Silva (falecido, em 04/01/1993), Pedro Almeida (recebeu autorização para abrir sua primeira academia logo após a graduação do faixa preta José Raimundo, mas só se graduou no final de 1978), Mírcio (1979), Martim Góes (1979), José Ribamar Fonseca (1979), João Raimundo dos Santos (1979) e Antonio Barros (1980). Em janeiro de 1981, o Prof. Zeca fechou a academia. Nessa época, havia muitos alunos com graduação de faixa verde, roxa e marrom, mas que não tinham espírito de empreendimento. A Academia Real parecia que acabaria. Não foi verdade! O Espírito do Karate estava vivo e enraizado nos seus seguidores. Dois faixas verdes, Robson Correia de Almeida e José Ribamar Ferreira Silva (o primeiro tinha sido eleito, um ano antes, presidente da associação de alunos da academia), resolveram continuar. Foram ao Prof. Zeca, no dia 06 de maio daquele ano (dia do aniversário do Professor), em sua casa no Conjunto Vinhais, pela manhã e pediram autorização para reabrir a academia. O Professor Zeca pensou, demoradamente. e disse que sim, desde que tivessem sempre um faixa preta com eles. O Robson seria Diretor Técnico e o Ribamar, Administrador. A Associação Real de Artes Marciais começou suas atividades, naquele mesmo mês, nos altos do Casino Maranhense, na Avenida Beira-Mar. Nosso instrutor-chefe era o faixa preta 1º DAN (shodan) Martim Góes, auxiliado pelo faixa roxa (nikyu) Serra Maia. Tínhamos ainda a ajuda do Barros, faixa preta 1º DAN (shodan), que visitava a academia constantemente. Mas, o Góes tendo passado em um concurso público, precisou fazer um curso em Goiânia e o Prof. Zeca mandou chamar o faixa roxa (nikyu) Leles para ajudar. Em outubro, mudamos para a Rua Cândido Ribeiro (rua das Crioulas), para uma casa perto da antiga sede da Academia Real. Ali ficamos por mais de dois anos. No início do ano seguinte, foram graduados faixas marrom (ikkyu) Leles e roxa (nikyu) Robson e Ribamar Silva. No segundo semestre de 1982 ajudou na academia o faixa preta (shodan) Ferreira e em agosto, numa solenidade no Ginásio Charles Moritz, do SESC, foram graduados faixa preta (shodan), o Sr. Leles e faixa marrom Ikkyu), o Sr. Robson. No início de 1983, Leles deixou a Academia Real e abriu uma outra, inclusive com o mesmo nome, em São José de Ribamar, cidade vizinha, na própria ilha. A essa altura já não havia nenhum faixa preta na academia, oficialmente, e o mais graduado era o faixa marrom Robson, que sentindo que o trabalho estava sendo prejudicado abandonou todos os seus afazeres dispensáveis e dedicou-se ao treinamento do karate com um esforço indescritível (treinava de segunda a segunda pelo menos quatro horas por dia), tendo passado a treinar a partir de agosto de 1983 de sete horas da manhã a uma hora da tarde em quase todos os domingos, com exceção de dois: Dia dos Pais (14/08) e aniversário de D. Cassandra, esposa do mestre Zeca (18/12), na residência de seu mestre, no bairro do Vinhais. Por lá, nesse período, passaram em momentos diferentes vários parceiros de treinamento: Ribamar Silva, Antonio Barros, Carlos Henrique, soldado Filho, Sérgio William e Mírcio. No dia 27 de dezembro (uma terça-feira, pois domingo fora dia de natal), após o Sr. Robson ter treinado por quase seis horas, o Mestre Zeca disse-lhe: "Troque de roupa e não precisa voltar no próximo domingo, (para exame, bem entendido?) seu exame está terminado. Amanhã eu passo na academia". No dia seguinte, 28/12/1983, às dezenove horas, ele chegou à academia, chamou o pessoal que lá se encontrava e na presença de todos disse ao Sr. Robson: "Você está vendo este nome na parede (estava escrito num flanelógrafo: Academia Real Karate)? Não deixe que ninguém o mude. A partir de hoje você é o responsável por ele. Tem um mês para usar a faixa preta (naquele tempo esperávamos um mês após o exame para trocar a faixa), parabéns!" Apertou a mão, deu um abraço paternal no novo faixa preta e saiu. No dia 13 de janeiro de 1984, durante uma entrega de certificados de alunos, o Sr. Robson colocou sua faixa preta pela primeira vez, num ritual que se tem repetido sempre, ajoelhado em "seiza" e após um momento de reflexão, sobre o que tem que ser feito pelo karate, fazendo o "Za-Rei". O Prof. Robson foi o último faixa preta formado pelo Prof. Zeca. Todos os outros vieram das mãos de seus alunos.
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Mestre Robson Coral
A expressão japonesa SEITO-DO (真実のパス) pode ser entendida como a "busca interior da verdade" e como base filosófica deriva do ZEN, profundamente influenciada pelo KONGO-ZEN, filosofia zen-budista criada por SO DOSHIN, fundador do SHORINJI KEMPO, japonês. _ Quando Deus criou o homem deu-lhe um impulso que o lançou através de sua existência material. Esse impulso é o que chamamos de vida. Mas, assim, como uma pedra é lançada para cima e para longe e depois de atingir um ponto de máxima elevação tende a cair e alcançar o ponto mais distante, a vida do homem tende a acabar, e ela será tanta mais longa quanto maior for o impulso inicial. Entretanto, o homem não é uma pedra, e Deus deu-lhe o dom da criatividade através da qual ele poderia ampliar sua vida, se não em tempo de existência, pelo menos em produtividade. Ou seja: Deus deu ao homem as asas da imaginação, de modo que pudesse ser humano, diferente da pedra bruta. Assim, o homem é aquele pássaro que ao se lançar do ninho pela primeira vez não sabe voar, mas que ao se sentir no ar, no espaço aberto, a sua habilidade nata se manifesta e logo depois faz graciosos volteios na infinita amplidão dos céus. Deus pôs à
disposição do homem muitas asas, dentre as quais
o KARATE-DO. O Karate-Do não é apenas asas para o homem, mas também é a instrução de vôo (TE), a rota a seguir (DO) e o campo de pouso (KARA). No Karate usamos o corpo, a mente e o espírito. Os pés são descalços, porque o pé que não toca o solo onde pisa não sabe para onde leva o corpo; as pernas são firmes, para não deixarem o corpo no meio do caminho; o corpo é ágil para se livrar dos obstáculos da adversidade; os braços são fortes para ampararem o ancião e bloquearem os golpes do prepotente contra os fracos e do opressor contras os oprimidos; as mãos são limpas, vazias para que não se macule a bondade da criança quando lhe indicarmos o caminho; a mente é aberta para que possamos aprender sempre e ver o horizonte cada vez mais longe; e por fim, o espírito é livre para que não queira se prender às amarguras e às tentações da vida do mundo e que, amadurecido possa escolher o caminho a seguir. Aquele que ensina, na
verdade não determina, mas tão-somente mostra o
caminho. 12.01_ JUMBI-SHIZEI: A PROMESSA Mestre Zeca e Robson Coral* (CRIADA EM 30/05/1983)
* Parte deste texto foi criada pelo Mestre Zeca, em 1972. webmaster: robsoncoral@gmail.com – ©1999-2025 by OBKS (INÍCIO DO ITEM) 12.02 _ "A Moral e a Ética no Karate" Robson Coral* _ Moral, do latim "mores", que significa costumes, conduta como modo de agir, trata dos deveres morais do homem, isto é, dos costumes e das suas diferentes formas de agir dentro do seu grupo social. É importante que não se confunda a Moral com a Ética – que vem do grego "êthos" – e também significa costumes. A Ética é um produto da reflexão individual sobre os costumes, portanto, uma parte da Moral, mas com sentido especulativo. A Moral tem por objeto os atos humanos, como resultado da apreciação das normas de ação de um grupo. As duas são, pois, complementares e não excludentes. Não existe Moral sem Ética, nem Ética sem Moral. Ninguém pode seguir padrões de comportamento sem refletir sobre eles; e toda reflexão é individual, introspectiva, nunca coletiva. O que deve, e precisa, ser coletivo é a aceitação dessa reflexão individual, quando a mesma é fruto de uma mente capaz e voltada para o bem-estar do grupo. O Karate, em todas as suas variações, é o resultado do trabalho consciente e dedicado de grandes homens, que abdicando de muitos de seus costumes, criaram formas de condutas individuais salutares que, com o passar do tempo, tornaram-se padrão de comportamento de um grupo seleto de indivíduos, verdadeiros e ilibados baluartes da Moral Social. No Masukan Shorinji-Ryu, a dedicação e a lealdade aos princípios do nosso karate, estão profundamente fincadas nos corações dos nossos seguidores. Mas, o que é dedicação e o que é lealdade? _ A dedicação é a constância e o afinco na prática laboriosa. A lealdade é o reconhecimento das origens, honrando os mestres ancestrais, fundadores e continuadores da arte. Não seguir tais princípios é, sem dúvida, renegar seus costumes, sua Moral, sua Ética. Um verdadeiro "karateka" nunca quebra um princípio moral, quando muito, modifica um comportamento ético. Extraído do
Guia Completo da OBKS
para orientação de sócios _ 1994 (Edição
própria) Mestre Robson Coral*
O Karate Shorinji possui quatro níveis: conhecimento, entendimento, compreensão e sabedoria ou sapiência. Para conhecer usamos os sentidos; para entender usamos nossa intuição; para compreender usamos nosso raciocínio, e para saber usamos deixar de lado tudo que aprendemos metodicamente e seguimos nosso espírito. É o momento em que esvaziamos para encher, deixamos de olhar para ver, esquecemos para lembrar, libertamos para apreender e sonhamos para realizar. "Nada é completo sem o que falta"; "Não há existência sem não-existência"; "Não há dinâmica sem estática"; "Não há círculo sem centro"; "Não há fim sem começo"; "Se um rio muda sua nascente já não é o mesmo rio"; "Nenhum som é tão alto que o silêncio não o extinga"; "Evoluir é apenas um meio lento de retornar às origens"; "Fraco é o homem que perdeu sua UTOPIA".
Extraído do Guia
Completo da OBKS para orientação de sócios _
1994 (Edição própria) 12.04 _ "AS QUATRO NOBRES VERDADES" (do BUDISMO)
"A primeira verdade é que a vida é penosa; a segunda é que a dor é causada pela constante procura dos prazeres da vida e dos bens materiais; a terceira, que a dor cessará quando a pessoa se emancipar do desejo; a quarta prescreve um caminho que conduz à cessação da dor - é o nobre caminho dividido em oito partes: retidão de propósitos, de intenções, de palavras, de ações, de vida, de esforço, de pensamentos e de concentração".
Extraído do Guia
Completo da OBKS para orientação de sócios _
1994 (Edição própria)
Mestre Robson Coral*
Se me fosse dado o privilégio de definir palavras, com certeza definiria religião como: esperança. _ Se me fosse dado conceituar, eu diria: saudade. A religião é antes de tudo a esperança de que DEUS exista; de que os deuses existam. De que haja algo mais do que esta vida que supomos vida, do que esta luta que pensamos glorificante ou do que esta sensação de que estamos sozinho no universo e que somos perecíveis e não filhos de DEUS, portanto, eternos em espírito. É a esperança de que a morte seja irmã e amiga e, que morrer seja um prêmio e não ,um castigo pelo crime de ter nascido; um espécie de renascimento ou de retorno a um lugar de onde preferíamos nunca ter saído. _ Esperança! Esta palavra mágica tem nutrido, através do tempo, a toda espécie de homens: crianças, jovens, adultos e velhos; pobres e ricos, covardes e guerreiros, súditos e reis, conquistados e conquistadores, leigos e sábio, profanos e clérigos. E foi em nome dessa esperança que foram criados os símbolos... das perspectivas de encontrar o nosso horizonte perdido, a nossa primeira morada, que deixamos esquecida numa curva do espaço cósmico que os homens chamam de tempo. Na busca constante desse horizonte perdido surgiram os guias, que alguém supôs fossem necessários. Foram os heróis, os reis, os profetas, que com o passar das eras e desvanecer da memória foram sendo mistificados e por fim... deificados. E aquilo que mais de perto marcou suas vidas foi transformado em símbolo sagrado, esperança de uma nova e constante comunicação com eles: a espada de um herói, a coroa de um rei, o cajado de um profeta ou a cruz de um messias. E o aço virou justiça e o madeiro virou fé. E a fé transformou os homens em filhos de Deus. _ Mas, DEUS é uma invenção do pensamento humano. A necessidade de acreditar numa esperança para a humanidade sempre sequiosa de respostas para um infinito de indagações. DEUS é antes de qualquer explicação ditada pela fé, a necessidade de crer numa Verdade Cósmica, que seja a Regência Suprema do Cosmo. Entretanto, no fim de tudo, a religião é uma Saudade. Sim. Saudade daquilo que o homem nunca viu na sua vida terrena, mas que tem certeza já possuiu um dia, que não sabe quando, em algum lugar, que não sabe onde. Veja que saudade é definida como a "recordação suave e melancólica de pessoas ausente ou coisa distante, que se deseja voltar a ver ou possuir". E qual será o homem que ao voltar os olhos para o infinito cósmico, numa noite estrelada, não sente no peito uma profunda nostalgia? Não será isso uma recordação, uma certeza de que em algum recanto do Universo há alguém a quem deixamos um dia? _ São estas inquisitivas cismas, esta nostalgia... esta saudade enorme, este vazio que nos massacra a alma e ao mesmo tempo nos impulsiona na busca constante da verdade Cósmica, que podemos chamar de RELIGIÃO. Não um conjunto de dogmas, de normas de comportamento; não uma igreja de homens; não um templo de pedras. Mas sim, um conjunto de perguntas, uma igreja de pensamentos, um templo de fé, são os constituintes de uma religião. Porque religião, na forma primitiva "religio" (latim) parece vir de "re-ligare", que denota a ação de ligar, prender a, onde o verbo "ligare" vem reforçado pelo prefixo iterativo "re". Ainda porque, uma religião deveria libertar o homem na sua essência, espírito, para que mostrando-se puro, desprovido de amarras, de roupagens vistosas pudesse comungar com o Ser Supremo, a Verdade Cósmica. Só assim, visto nu e vazio, o homem poderá ir ao encontro do Criador, DEUS. Seria, pois, esta a missão da religião: tornar o homem vazio do pensamento (sentimento) humano e nu dos artifícios sociais (mundanos) para que pudesse religar-se a DEUS. Eis aí o que é Religião: uma esperança e uma saudade de um Deus que o homem criou na ilusão de que um dia possa reunir-se a Ele par nEle gozar a ETERNIDADE. Extraído
do Guia
Completo da OBKS para orientação de sócios _
1994 (Edição própria) Mestre Robson Coral*
Bem sei que poucos dirão que tiveram a minha ajuda, quando no espaço só existir a marca de minha presença e no tempo apenas a lembrança do que fui; mas espero que todo aquele que reconheça a Verdade, lembre, sempre, no mais íntimo de sua alma, que um dia estive em sua estrada e que ao invés de atravessá-la, por algum tempo nela caminhei ao seu lado. Extraído do
Guia Completo da OBKS
para orientação de sócios _ 1994 (Edição
própria) 12.07 _ A NOBRE MISSÃO DO HOMEM Mestre Robson Coral*
Deus, o Senhor Supremo do Universo, deu ao homem uma missão, a qual ninguém, nenhum homem, tem o direito de furtar-se. Essa missão compõem-se de três etapas, a saber: 1) Aprender _ a mais simples; 2) Desenvolver _ a mais penosa; 3) Ensinar _ a mais difícil. Nenhum homem deve ensinar sem ter aprendido o suficiente e desenvolvido o máximo; desenvolver sem ter aprendido é como nadar sem ter água. E, porque aprender é a primeira etapa e nenhuma outra deve vir antes dela. O homem é fruto do pensamento divino e foi individualizado, isto é, ganhou autonomia ou livre-arbítrio, para poder aprender aquilo que Deus não podia, devido a sua própria magnitude. Nenhum homem tem o direito de arvorar-se onisciente da Verdade, pois aquele que A conhece não necessita dizê-la. Nenhum homem pode dizer-se mediador entre Deus e os homens, pois Deus não precisa de mediação com o seu próprio pensamento. O homem comum não fala de Deus, mas sim de si próprio. O profeta não fala por Deus, mas de Deus. O sábio nada fala, mas mostra a Verdade.
* Prof. ROBSON CORREIA DE ALMEIDA, Grão-Mestre do Karate Shorinji e Presidente da OBKS, Instrutor-chefe da Escola-Matriz. Criador da Zen Seito-Do (Doutrina do Caminho da Verdade), Mentor e Fundador da OBKS, Unificador das Escolas Okinawa-Kempo e Seitokai, Idealizador e Criador do Shorinji-Ryu Karate-Do. Discípulo do "Mestre Zeca" (Grão-mestre José de Ribamar Alves). Início em São Luís (MA) em 05/05/1978. Extraído do
Guia Completo da OBKS
para orientação de sócios _ 1994 (Edição
própria) |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Disponível somente por E-mail: obks.karateshorinji@gmail.com, para membros ativos. PARA OS EXAMES DA OBKS (Extraído do Manual Técnico da OBKS _ parte do Regimento Interno) 5º-
FAIXA ETÁRIA E TEMPO PARA EXAMES (salvo casos
excepcionais):
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
https://www.facebook.com/OBKS.karate.shorinji/ 09/11/2017: _ Nova graduação do nosso Karate Shorinji, em Rondônia, André Francisco dos Santos, 2º Dan (Nidan) (04/11/2017), no exame realizado via internet, pelos Mestres Robson Coral (Shihan) e Wellington Almeida (Shihan-Dai), com a supervisão local do Sensei Joaquim Borges dos Santos (5º Dan); e no Acre, novo registro em 11/10/2017: Laercio Menezes de Souza, 1º Dan (Shodan) (exame realizado em 05/08/2012). As graduações foram homologadas pelos mestres Robson Coral (Shihan) e Wellington Almeida (Shihan-Dai) com a supervisão regional do Sensei Antoniel Afonso de Souza (5º DAN), em nome do Conselho de Graduação da OBKS. 06/07/2017: O Professor Sérgio William Leite Santos, Faixa Preta do Karate Shorinji - Maranhão, foi elevado ao 5º Dan (Godan) pelo Conselho de Graduação da OBKS. 30/07/2017: O Professor Antoniel Afonso de Souza, Faixa Preta do Karate Shorinji - Acre, foi elevado ao 5º Dan (Godan) pelo Conselho de Graduação da OBKS. 30/07/2017: O Professor Joaquim Borges dos Santos, Faixa Preta do Karate Shorinji - Rondônia, foi elevado ao 5º Dan (Godan) pelo Conselho de Mestres do Karate Shorinji. 01/08/2017: O Professor Rivelino Pereira de Souza, Faixa Preta do Karate Shorinji - Acre, foi elevado ao 4º Dan (Yondan) pelo Conselho de Graduação da OBKS. 24/12/2016: _ Novas graduações do nosso Karate Shorinji, no Maranhão. Antonio Carlos Silva, 3º Dan (Sandan) e Francisco Araújo Maravalho Neto, 4º Dan (Yondan). Os exames foram realizados pelos mestres Robson Coral e Wellington Almeida, do Conselho de Graduação da OBKS. 11/09/2016: Novos faixas pretas graduados, do nosso Karate Shorinji, no Pará: Ernandes Ferreira Melo Silva1º Dan, Eyder Fausto Gonçalves 2º Dan, Dêmisson Cardoso Pereira 2º Dan e Zilmo da Silva Guimarães 3º Dan. Os exames foram realizados pelo Mestre YO (Yosuke Okada), representante da OBKS para o Pará e membro do Conselho de Graduação. 02/08/2016: Nesta data foi nomeado Coordenador de Eventos do Karate Shorinji para os Estados do Acre e de Rondônia o Professor Antoniel Afonso de Souza, Faixa Preta 4º Dan (Yondan). Único representante do KARATE SHORINJI para a região. 30/07/2016: O Professor Antoniel Afonso de Souza, Faixa Preta do Karate Shorinji foi elevado ao 4º Dan (Yondan) pelo Conselho de Graduação da OBKS - Karate Shorinji.
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1 – SHORINJI KEMPO (São Luís Branch) 4 – Made in Japan 5
–
http://shinmuryodojo.com/termos-kouhai-senpai-sensei-e-shihan/ |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
IN PROJECT
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Estamos em manutenção PERMANENTE